A gigantomastia é o nome dado para o grau máximo da chamada hipertrofia mamária, que consiste no crescimento exagerado das mamas, geralmente causado por alterações hormonais ou glandulares.

Esse distúrbio pode acontecer em qualquer idade e pode causar fortes dores no peito, dores de cabeça, dor cervical, problemas de coluna, comprometer a musculatura das costas e dos ombros, entre outros.

Por isso é tratado como um problema de saúde que necessita de intervenção cirúrgica.

Como é feita a cirurgia para gigantomastia?

A cirurgia plástica para correção da gigantomastia é a mamoplastia redutora, ou cirurgia de redução dos seios.

Ela deve ser realizada quando o estágio de formação da mama está completo, geralmente a partir dos 18 anos.

Na maioria dos casos, as mulheres que apresentam essa condição possuem não só mamas excessivamente volumosas como caídas também.

Por isso, durante o procedimento, o cirurgião plástico geralmente realiza uma incisão ao redor das aréolas para reposicioná-las, uma incisão no sulco da mama e uma em formato de T invertido.

Essa técnica proporciona retirar o excesso de tecido mamário e reposicionar as mamas. As cicatrizes resultantes da cirurgia ficam mais discretas com o passar do tempo, principalmente a periareolar que fica quase imperceptível devido as características da região.

 

Como é a recuperação do procedimento?

Depois da cirurgia de correção de gigantomastia, é normal as mamas apresentam inchaço (edema) e, geralmente, é preciso utilizar uma bandagem elástica ou sutiã compressivo para minimizar o inchaço e sustentar os seios por cerca de um mês e meio.

Nas primeiras duas semanas é necessário tomar certos cuidados com a movimentação dos braços e o cirurgião plástico pode receitar algumas medicações para aliviar qualquer desconforto ou dor.

O retorno as atividades é liberado após 30 dias, mas com algumas restrições.

Após 3 meses já é possível verificar o novo contorno e tamanho das mamas, que irá aliviar as dores e limitações físicas existentes antes do procedimento.

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